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O Amor Está no (B)Ar!

Bom Saber, Curiosidades

11/06/2018

Não tem para onde fugir, não tem como escapar: para todo lado que você virar, onde quer que olhe, corações espalhados pelas vitrines e imagens de casais apaixonados recheiam as ruas da cidade. E mesmo que você evite sair de casa nesses dias, certamente a sua timeline também estará inundada com apenas um assunto: Dia dos Namorados.

Comemorado no dia 14 de fevereiro na maioria dos lugares do mundo, o Dia de São Valentim faz uma homenagem ao bispo Valentim, que desafiou as ordens do imperador romano Claudio II, o Gótico, e sentenciado à morte por se casar mesmo sob proibição real, foi canonizado pelo papa Geládio em 496 d.C. O mártir do amor, segundo a lenda, enviou uma carta de despedida à amada: originando a famosa troca de bilhetinhos e juras eternas neste dia.

Uma versão menos romântica e um tanto sinistra diz respeito à uma antiga tradição romana, uma festa pagã chamada Lupercalia, que acontecia também no mês de fevereiro. Em comemoração ao fim do inverno no Hemisfério Norte e passagem para o calor e a primavera, os antigos romanos pré-cristãos sacrificavam animais e faziam adoração aos sacerdotes purificadores de maus espíritos. O ritual não pegava nada bem para a Igreja Católica que acabou o substituindo, quase dois séculos depois, pela história de Valentim.

Brasil do Contra

Nem sacrifícios de animais e nem São Valentim. Apesar de importar a língua, a religião e diversos costumes dos portugueses, o brasileiro acabou se apegando mesmo à figura de Santo Antônio de Pádua – o santo casamenteiro. Comemorado oficialmente no dia 13 de junho em todo o mundo católico, o Dia de Santo Antônio de Pádua foi o ponto de partida para que o então publicitário João Dória (pai do atual prefeito da cidade de São Paulo) criasse uma data que estimulasse o comércio nacional. Em 1949, com o slogan “não é só com beijos que se prova o amor”, a véspera do santo casamenteiro acabou ganhando adeptos por todo o Brasil.

Hoje, o Dia dos Namorados representa a terceira maior data comercial no país, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães. Segundo o último relatório produzido pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) de 2017, espera-se que mais de 1,6 bilhões de reais sejam movimentados em decorrência do amor.

Para você que está casando, namorando, enrolando ou simplesmente paquerando, parabéns: o amor está no ar. Já você que está solteiro ou solteira, é hora de caçar a sua metade da laranja. Pois felicidades: o amor está no bar.

Com informações de BBC Brasil e Governo Brasileiro

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Deliciando-se nas ondas do rio Danúbio

Beerfood, Doces e Sobremesas, Receitas Típicas

02/04/2018

O que é o que é? Um europeu que possui 10 nacionalidades diferentes, alguns milhões de anos nas costas e mais de 2.800 km de comprimento? Adivinhou se você arriscou a reposta “rio Danúbio”.

O segundo maior rio da Europa é repleto de contos fascinantes, relatos fantasmagóricos e alguns trechos perversos da nossa história contemporânea, incluindo a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais. Misticamente falando, é um rio que atravessa regiões cheias de encantos: o Danúbio nasce na Floresta Negra, na Alemanha, e deságua no mar Negro, na costa norte da Turquia.

Além de historicamente abastecer as populações dos 10 países atuais pelos quais ele passa, o Danúbio possui uma reputação comercial inegável, como antigo ponto primordial de trocas. Em tempos medievais, as cidades à beira deste rio – incluindo a pequena Engenhartszell na Áustria e seu único monastério trapista –  formavam uma teia de pequenas estradas conhecidas como “A Rota do Imperador”, conectando todo o Império de Habsburgo, que deu origem ao Império Austro-Húngaro, dissolvido somente no final da Primeira Guerra Mundial.

Hoje em dia, trata-se de uma verdadeira “via expressa aquática”. Desde 1992, quando foi completado o canal Rhine-Main-Danúbio, é possível atravessar a Europa desde o mar do Norte, a partir de Roterdã (na Holanda) até Sulina, na Romênia, e desaguar no mar Morto. Tanto delta do Danúbio quanto sua margem em Budapeste, capital da Hungria, são considerados Patrimônios Mundial da Humanidade.

Através de uma viagem de sabores, na Áustria e na Alemanha existe um doce típico de camadas chamado “Donauwelle” ou “ondas do Danúbio” em homenagem ao mesmo. Nele, um bolo recheado de chocolate ondulado coberto por um creme branco faz jus à rica história de um dos mais importantes rios para a história ocidental moderna.

Donnauwelle com cerveja preta

Ingredientes:

  • 500g de manteiga
  • 230 g de açúcar
  • 6 ovos
  • 340 g de farinha de trigo
  • 2 colheres (chá) de fermento em pó
  • 1 pitada de sal
  • 350 g de cerejas em calda (peso drenado)
  • 450 ml de leite

50 ml de cerveja escura

  • 1 caixa ou pacote de pudim de baunilha
  • 200 g de chocolate amargo para cobertura
  • 2 colheres (sopa) de chocolate em pó

Modo de Preparo:

  • Pré-aqueça o forno a 180°C. Bata 250 g manteiga amolecida com 200 g de açúcar. Acrescente os ovos um a um. Adicione a farinha, o fermento e uma pitada de sal.
  • Coloque metade da massa num tabuleiro fundo, untado e enfarinhado. Mistue o restante da massa com o chocolate em pó e espalhe cuidadosamente sobre a massa branca. Distribua as cerejas sobre a massa. Asse o bolo por 35 a 40 minutos a 180°C.
  • Para o creme, dissolva o pó de pudim de baunilha no leite e na cerveja. Acrescente 30 g de açúcar e prepare de acordo com as instruções da embalagem. Por fim, acrescentar os outros 250 g de manteiga amolecida ao pudim, até obter uma consistência homogênea. Deixe o pudim e a massa esfriar. Espalhe o pudim sobre a massa.
  • Para a cobertura, derreta o chocolate em banho-maria e espalhe-o sobre o creme. Leve o bolo à geladeira antes de servir.

 Com informações de: DW, Wikipédia
Fonte da receita:  DW (contém adaptações)

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Os benefícios da cerveja para o coração

Bom Saber, Curiosidades

31/01/2018

Segundo estudo recém divulgado na publicação científica austríaca Wiener Klinische Wochenschrift (“Semanal Clínico de Viena”, em português), um consumo moderado de álcool reduz o risco de aterosclerose – ou seja, pode fazer bem para o seu cérebro e coração.

De acordo com o portal Minuto Saudável, a aterosclerose é uma “formação de placas de gordura e tecido fibroso nas paredes internas das artérias, causando obstruções que impedem o fluxo sanguíneo. Trata-se da principal causa de infartos, acidentes vasculares e doença arterial periférica”. Por se tratar de uma doença assintomática, que não se apresenta efeitos colaterais antes de sua iminência, a aterosclerose só é descoberta na maior parte dos casos quando surge algum tipo de complicação – como por exemplo o próprio enfarto. Trata-se de uma doença silenciosa que afeta mais os homens do que as mulheres.

No Brasil, esta tendência masculina é invertida. Publicado no portal oficial do governo, estima-se que 300 mil brasileiros irão padecer de alguma doença vascular em 2018, sendo as mulheres representando 60% deste número total.

De volta ao estudo “Uma Meta-Análise Sobre os Efeitos do Lipídio e Inflamação”, publicado no semanal vienense, os pesquisadores analisaram 31 experimentos, totalizando 1250 pacientes ao redor do mundo, e concluíram que o consumo moderato de álcool têm impactos positivos sobre os biomarcadores que indicam estas possíveis doenças mencionadas acima: ele reduz o LDL (lipoproteína considerada “mau colesterol”) e aumenta o HDL (lipoproteína considerada “bom colesterol”) no sangue.

Se você está se perguntando, assim como nós, o “quanto seria um consumo responsável”, estima-se – em média – 12,5 g de álcool por pessoa / dia. Em termos práticos do dia a dia, isto seria o equivalente a mais ou menos 2 copos de chope.

Por isso, fica a dica: beba com responsabilidade para seguir bebendo por uma longa e boa vida.

Com informações de: Beer & Health, Governo do Brasil e Minuto Saudável

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Prêmio Líquido

Bom Saber, Curiosidades

07/11/2017

Você sabia que na longínqua e fria e Finlândia, país do norte da Europa encrustado entre a Rússia e a Suécia, os homens costumavam carregar suas mulheres nos ombros quando tinham que fugir de um predador natural no período da Pré-História? Isto seria incrível, se não fosse mentira.

O eukonkanto – ou carregamento de esposa, em português – é na verdade uma modalidade esportiva muito mais recente do que se poderia crer. Ao contrário da nossa romântica imaginação, na qual estereotipamos um homem das cavernas barbudo e cabeludo fugindo de um urso polar com uma mulher sobre os ombros, o Campeonato Mundial de Carregamento de Mulheres nasceu há apenas 25 anos, em 1992, na cidade de Sonkajärvi – Finlândia. Hoje, com o apoio do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Rural da União Europeia, trata-se de um dos mais divertidos – e quiçá inusitados – esportes modernos.

As regras são simples: a pista oficial de corrida deve possuir exatos 253,5 metros de comprimento, com dois obstáculos secos e um obstáculo úmido, de no máximo 1 metro de profundidade. Todas as mulheres devem ter pelo menos 17 anos completos e pesar acima de 49 quilos. Caso a sua esposa seja mais magrinha, não se preocupe: é possível complementar seu peso com uma mochila especial. Os casais são dispostos para correr no mesmo local e aquele, dentre todos os participantes, que carregar sua amada mais rápido vence o Mundial. Detalhe: o prêmio deste divertido campeonato é pago em cerveja. Sendo mais do que justos estes finlandeses, para cada quilinho da dama, um litro de cerveja será depositado no troféu de ouro da dupla.

Trata-se, pois, de uma boa notícia para o casal hexacampeão Taisto Miettinen e Kristiina Haapanen, atuais vencedores de 2017. Em apenas 68 segundos, este atleta-barra-advogado-barra-licenciado em Economia-barra-político foi o homem mais rápido dentre os 50 outros casais participantes e pôde comemorar, com um belo de um brinde em dupla, sua mais nova conquista atlética e etílica.

Como dizem os finlandeses: kippis! – ou – saúde!

Com informações de: Eukonkanto

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Bom Saber: 10 rótulos de cervejas com os nomes mais hilários no mundo cervejeiro

Bebidas, Bom Saber

11/09/2017

Batizar uma cerveja pode ser uma tarefa tremendamente difícil. Afinal, uma vez nomeada a sua criação, não há maneiras de voltar atrás e se arrepender. Ainda assim, muita gente assumiu este compromisso com muito humor e leveza, gerando alguns dos nomes mais hilários no mundo cervejeiro.

Acompanhe, abaixo, 10 rótulos nacionais e internacionais que vão lhe garantir algumas boas risadas.

Ripa na Chulipa

Estilo: IPA
Porcentagem Alcoólica: 7% ABV

Centeio Dedo

Estilo: American IPA
Porcentagem Alcoólica: 6,5% ABV

Preguiça

Estilo: Witbier
Porcentagem Alcoólica: 5% ABV

Olívia Ipalito

Estilo: IPA
Porcentagem Alcoólica: 5,4% ABV

Fio Terra

Estilo: IPA
Porcentagem Alcoólica: 6% ABV

Hello, My Name is Zé

Estilo: American IPA
Porcentagem Alcoólica: 6,4% ABV
Sobre o nome: literalmente “Olá, Meu Nome é Zé” – ou apenas “Zé” para os íntimos – esta cerveja foi desenvolvida em 2014 para a Copa do Mundo daquele ano.

Rialto

Estilo: Lager
Porcentagem Alcoólica:  5% ABV
Sobre o nome: embora “Rialto” sugira que alguém acabou de contar uma piada daquelas, o nome se refere, na verdade, ao local homenageado por estes produtores salvadorenhos aos templos maias na região de Rialto.
668 Neighbor of the Beast

Estilo: Belgian Golden Strong Ale
Porcentagem Alcoólica: 9% ABV
Sobre o nome: literalmente “668, o Vizinho da Besta” – os produtores desta bebida brincam que “ao lado de Satã, é bom estar preparado com uma boa cerveja em mãos”.

Hoptimus Prime

Estilo: American Double
Porcentagem Alcoólica: 9% ABV
Sobre o nome: trocadilho com um personagem da cultura pop, o robô da série Transformers, o herói Optimus Prime e a palavra “hop” – que inglês significa “lúpulo”. O rótulo desta cerveja apresenta um grande robô feito de lúpulo.

Kilt Lifter

Estilo: Strong Scotch Ale
Porcentagem Alcoólica: 8% ABV
Sobre o nome: esta Ale escocesa se orgulha de possuir um equilíbrio perfeito entre o malte e o lúpulo, deixando qualquer homem escocês com o “kilt levantado”.

Com informações de: Brejas e Minibrew

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O Brasil num copo

Bom Saber

10/07/2017

Quando você olha para um copo de cerveja, o que você enxerga? Uma fonte de prazer em formato líquido, translúcido e borbulhante? Uma maneira de relaxar com os amigos no pós-expediente? Um troféu de vitória em comemoração a uma data especial? Todas as alternativas anteriores podem ser as suas, mas o que raramente vemos – ou o que está para além de um simples copo de cerveja – é o quanto esta bebida está presente na vida de milhões de brasileiros, direta ou indiretamente.

Tomemos como exemplo um número: 1,6%. Sozinho, pode parecer um número pequeno, mas segundo pesquisa publicada pela Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), esta é porcentagem na participação da indústria da cerveja no PIB nacional. Ou seja, de todos os bens e serviços finais produzidos pelo país inteiro, 1,6% corresponde à bebida favorita do brasileiro. Convertendo em dinheiro, isto representa cerca de 4 bilhões de reais anuais em investimento, 21 bilhões de reais em tributos ao governo e um faturamento na casa dos 70 bilhões de reais anuais. De acordo com os dados do BNDES, o setor também é responsável pela 12ª maior geração de empregos no país, o equivalente a 3 milhões de pessoas trabalhando todos os dias no brinde nosso de cada dia.

Embora não sejamos os maiores consumidores per capta de cerveja – isso geralmente fica por conta dos europeus, especialmente os tchecos e austríacos –, em números absolutos, somos o 3º maior mercado consumidor de cerveja do mundo, com uma incrível marca de 14 bilhões de litros bebidos todos os anos.

Os estados de Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo correspondem a metade deste consumo, mas nem por isso o resto do Brasil fica para trás. O estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, é onde seus habitantes mais consomem cerveja per capta anualmente, enquanto os estados do Nordeste são os que mais crescem em volume, ano após ano.

Mesmo vivendo em momentos de crises políticas e econômicas, o brasileiro mantém seu gosto e sua exigência. Para se ter uma noção, só em 2016 foram abertas 148 cervejarias no Brasil segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, um crescimento espantoso de quase 40%. No final do ano passado, chegamos a um total de 522 cervejarias no país – sinal de que há procura e investimento neste tipo de produto.

Pensando por este lado, você nunca mais vai encarar o seu copo de cerveja da mesma maneira. Há muitos e muitos outros milhões de brasileiros, ao seu lado, brindando diariamente com você.
Com informações de: Associação Brasileira da Indústria da Cerveja, O Globo, Revista Exame e Sebrae

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Cerveja: Uma Deusa

Bom Saber, Curiosidades

06/04/2017

O bom apreciador de cerveja tem todos os motivos do mundo para erguer as mãos aos céus e agradecer a esta dádiva líquida, fruto de muita observação da Natureza, estudo científico e História. O que você talvez não saiba é que realmente existiu (ou existe…) uma deusa da cerveja a quem adorar.

Cultuada pelos povos mesopotâmicos há mais de 10.000 anos, estas civilizações hoje consideradas o berço do mundo ocidental, como os sumérios, egípcios e assírios adoravam Ninkasi. Segundo a liturgia suméria, Ninkasi nasceu de uma relação entre Enki, senhor Nudimmud, rei de Uruk, e a rainha Abzu, deusa da procriação. Ela é uma dos oito filhos do casal, cuja missão da prole era curar as oito feridas do pai, guardião das leis divinas.

De acordo com tesouros arqueológicos deixados por esta civilização, Ninkasi nasceu da água fresca cintilante e veio como deusa para saciar o desejo e satisfazer o coração dos homens mortais. Numa das tábuas de barro mais antigas encontradas pela civilização moderna, datadas com quase 4.000 anos de idade, ficou registrado o “Hino à Ninkasi” – um poema épico, mistura da biografia da deusa cervejeira e receita da bebida sagrada.

O poema foi traduzido para o inglês pelo professor Miguel Civil, especialista em língua suméria e estudioso das civilizações mesopotâmicas. Amém!

Com informações de: Infopédia, Portal G1, Universidade de Chicago e Wikipédia

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Tsunami de cerveja

Bom Saber, Curiosidades

20/02/2017

A Grande Inundação de Cerveja na Londres de 1814*

Na segunda-feira do dia 17 de outubro de 1814, um terrível desastre acachapou a vida de pelo menos 8 pessoas no distrito de St. Giles, em Londres. Um acidente industrial bizarro resultou num tsunami de cerveja nas redondezas da rua Tottenham Court Road.

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Recolhendo o trigo

Bom Saber, Curiosidades

16/12/2016

A personagem de hoje nasceu no sul da Alemanha, mas é conhecida atualmente no mundo inteiro. Na região da Baviera, onde foi batizada, ela foi registrada oficialmente com pelo menos quatro nomes diferentes (e um tanto complicados para nós, nativos do português): Weissbier, Weizenbier, Hefeweizen e Hefeweizenbier.  Mas uma coisa todos esses nomes têm em comum: eles representam a mesma deliciosa bebida, comumente conhecida no Brasil como cerveja de trigo.

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Um gole de satisfação

Bom Saber, Curiosidades

29/11/2016

Basta dar um gole, um micro golinho de cerveja que o seu corpo já irá ficar mais “contente”. E desta vez quem o afirma não é a sua própria consciência numa sexta-feira pós-expediente, mas sim pesquisadores PhD da faculdade de Medicina da Universidade de Indiana (EUA).

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