MENU

Comida de Boteco
Categoria

Da Itália para o bar

Beerfood, Comida de Boteco, Receitas Típicas

19/11/2018

Praticamente um patrimônio culinário da humanidade, a pizza – ao contrário da grande crença popular – nasceu em algum lugar entre os povos hebreus e os povos do antigo Egito há mais de 5.000 anos, muito antes da Itália sequer existir no mapa.  Nesta deliciosa mistura relativamente simples de farinha e água, cada população adicionava sobre a base os ingredientes que lhes convinham (ou que possuíam à mão), de acordo com a sua época: os fenícios preferiam colocar cebolas e carnes, já os turcos besuntavam sobre a massa ervas e iogurtes salgados.

Outrora conhecida como “pão de Abrahão”, a “piscea” acabou desembarcando nos portos de Nápoles durante os períodos das Cruzadas na Idade Média e parece ter encontrado na Itália um lugar para chamar de seu. Por se tratar de um alimento relativamente barato e nutritivo, o prato caiu no gosto do povo e ganhou, séculos mais tarde, o seu primeiro estabelecimento comercial dedicado especialmente à confecção de pizzas: o Antica Port’Alba – fundado em 1830.

Segundo o portal Infoescola, “graças à habilidade do primeiro pizzaiolo da história, dom Raffaele Espósito, um padeiro de Nápoles a serviço do rei Umberto I e da rainha Margherita”, a pizza ficou conhecida em toda a Europa – e posteriormente em todo mundo – através da realeza italiana. Em homenagem às cores da bandeira italiana (branco, vermelho e verde), o mestre dom Raffaele Espósito se utilizou do tomate, manjericão e da mussarela para colorir a massa e criar a famigerada pizza de margherita em homenagem à rainha.

No Brasil, a pizza chegou posteriormente no final do século XIX e início do século XX com a grande imigração italiana às Américas. Com mais de um milhão de italianos desembarcando em terras nacionais somente entre 1884 e 1920, não é de se estranhar que, assim como os recém-chegados, o novo Brasil república adotaria rapidamente essa deliciosa criação milenar ao seu estilo de vida multicultural.

Buon appetito!

 

Massa de Pizza à Base de Cerveja

Ingredientes

  • 550 g de farinha de trigo
  • 15 g de fermento biológico fresco (um tablete ou 1 pacote de 10 g do fermento biológico seco)
  • 350 ml de cerveja pilsen (1 lata)
  • 3 ml de azeite de oliva
  • 10 g de açúcar cristal
  • 5 g de sal

Modo de Preparo

    1. Numa panela, aqueça a cerveja até aproximadamente 60ºC.
    2. É necessário esquentar na temperatura correta, pois se a cerveja estiver fria, o fermento não funciona e se estiver mais quente que isso, ele morre. Utilize um termômetro gastronômico para garantir melhores resultados.
    3. Desligue o fogo e dissolva o açúcar na cerveja.
    4. Amasse o fermento com um garfo, de forma a esfarelá-lo o máximo possível. Em seguida, adicione na cerveja e dissolva. Reserve por alguns minutos até que comece a reagir.
    5. Coloque a farinha de trigo e o azeite em uma bacia. Adicione a mistura da cerveja com a farinha e vá sovando até misturar tudo.
    6. Sove por cerca de 10 minutos até ter uma massa lisa e homogênea.
    7. Tampe a bacia com um plástico e deixe em um local quente, sem vento por cerca de 1 hora para que cresça.
    8. Preaqueça o forno em 200ºC.
    9. Unte duas formas grandes de pizza com um guardanapo besuntado de azeite, só para auxiliar a abertura da massa e também ajudar a dar uma douradinha no fundo da massa.
    10. Corte a massa em duas partes iguais.
    11. Leve ao forno já aquecido para pré-assar por aproximadamente 5 minutos.
    12. Depois disso, basta montar a cobertura e levar novamente ao forno para assar.

 

  • Também é possível guardar na geladeira, em um saco plástico, por uma semana aproximadamente, ou no congelador, também em um saco plástico bem fechado, por 3 meses.

 

 

Com informações de: Infoescola, Origem das Coisas, Superinteressante e Terra

Fonte da receita: Tudo Gostoso 

Leia Mais

322

Bolinho de Alcachofra na Cerveja

Beerfood, Comida de Boteco

05/03/2018

Planta com cerveja: a princípio não parece uma boa opção, não é mesmo? Mas quando a planta em questão é a deliciosa (e nutritiva) alcachofra, tudo parece ficar mais gostoso.

Do árabe “al-kharshûf”, que significa “planta espinhosa”, esta preciosidade originária do noroeste da África é conhecida desde os antigos egípcios e posteriormente também fora cultivada pelos gregos, que a chamavam de “cynara” – em referência à uma antiga lenda, na qual a jovem de mesmo nome rejeitou Zeus, o pai dos deuses, e movido por sua ira, ele acabou transformando Cynara numa pobre flor de alcachofra.

Lendas e mistérios à parte, hoje sabemos que alcachofra é rica em vitaminas e possui uma infinidade de benefícios ao corpo. Segundo o portal Tua Saúde, “a alcachofra serve para ajudar no tratamento de anemia, aterosclerose, diabetes, doenças do coração, febre, fígado, fraqueza, gota, hemorroidas, hemofilia, pneumonia, reumatismo, sífilis, tosse, ureia, urticária e problemas urinários”. Ufa!

De acordo com o chef Roger Weiss para o jornal Gazeta do Povo, a diferença entre a alcachofra roxa e a alcachofra verde reside no seu sabor e maciez. A primeira sendo mais saborosa e a segunda sendo mais macia. Também não se esqueça de remover as pétalas externas, nas palavras do chef Raul Carrasquillo, “elas são geralmente mais amargas”.

Na receita de hoje, você vai deixar qualquer grego ou egípcio antigo com água na boca. Combinamos as maravilhosas propriedades desta planta rica em magnésio, potássio, sódio, ferro, vitamina A e vitamina B da alcachofra, com um gostinho de quero mais da cerveja.

Bolinho de Alcachofra na Cerveja

Ingredientes:

  • 1 kg de alcachofra
  • 1 xícara de chá de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de chá de cerveja clara
  • 1 ovo
  • 1 limão
  • 3 xícaras de chá de azeite extra virgem
  • Farinha de trigo o suficiente para empanar
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

  1. Misture a cerveja, a gema de ovo (reserve a clara), uma colher de sopa de azeite e um pouco de sal. Adicione uma xícara de farinha aos poucos, misturando até obter uma massa leve. Deixe repousar uma hora.
  2. Retire as folhas externas da alcachofra e corte a parte superior. Vá colocando em uma tigela coberta com água e suco de limão para evitar o escurecimento.
  3. Cozinhe as alcachofras com água levemente salgada por 20 ou 25 minutos ou até ficarem bem macias.
  4. Aqueça o azeite em uma panela funda. Bata a clara em neve e incorpore cuidadosamente com a massa que ficou descansando.
  5. Corte as alcachofras ao meio, passe na farinha e depois na massa. Frite em azeite quente até dourar. Sirva a seguir.

Fonte da receita: Comidas & Bebidas UOL
Com informações de: Gazeta do Povo, Melhor com Saúde, Tua Saúde e Wikipedia

Leia Mais

4414

Salgadinho de Cerveja

Beerfood, Comida de Boteco

03/07/2017

O brasileiro é um ser inventivo. Com o que ele tem na mão, ele consegue transformar uma combinação improvável de ingredientes e transformá-los num delicioso banquete. Seja graças a nossa mistura de povos, culturas e inspirações, ou mesmo por conta das dificuldades que a maioria enfrenta no seu dia a dia, uma coisa é certa: aqui é o paraíso dos quitutes.

Se você parar para pensar, consegue nomear de cabeça ao menos 10 deliciosos salgadinhos de cor: coxinha, empadinha, pastel, pão de queijo, bolinho de bacalhau, esfiha, rissole, pão de batata, bolinho de queijo e enrolado de salsicha. Isso sem contar as variações regionais, como a tapioca e o bolinho de pirarucu.

E como todo bom salgadinho que preze, uma cerveja gelada para acompanhar é a pedida ideal desse brasileiro, sedento por um bom papo e um bom gole.

Por este motivo, convidamos a todos os leitores a prepararem os seus próprios quitutes, a fim de chamar os amigos, familiares e mais chegados, para um bom happy hour. Abaixo, deixamos três opções de salgadinhos feitos com e para acompanhar uma cerveja. Uma excelente opção de programa caseiro, neste inverno.

Depois, conte para gente o que achou das receitas.

Bom apetite!

Salgadinhos de cerveja

Ingredientes

Massa:

  • 4 xícaras farinha de trigo especial
  • 1/2 pacote gordura vegetal hidrogenada
  • 1 colher de sobrem sal
  • 1 ovo
  • 1 xícara cerveja clara gelada

Sabor Queijo:

  • 100 g queijo tipo parmesão ralado

Sabor Orégano:

  • 1 colher de sopa orégano seco

Sabor Cebola:

  • 1 cebola média frita numa colher de sopa de óleo

Sabor Aliche:

  • 50 g aliche em óleo ou dessalgada

Cobertura:

  • 1 ovo batido

Modo de Preparo:

  1. Massa: Faça uma farofa com a farinha, a gordura hidrogenada e o sal. Coloque o ovo, e aos poucos adicione a cerveja. Amasse delicadamente para obter uma massa maleável. Deixe descansar.
  2. Divida a massa em 4 porções. Abra a primeira, espalhe a aliche e enrole, formando um rocambole fino. Corte em fatias e asse. Na segunda porção, misture metade do queijo, na terceira, o orégano e, na quarta, a cebola.
  3. Abra cada uma delas em separado e corte em diferentes formatos. Antes de assar, pincele com ovo e polvilhe com o ingrediente do sabor escolhido. Para o sabor cebola, coloque castanha de caju.

Fonte da receita: Clique a gosto

Leia Mais

932

Para casar

Beerfood, Comida de Boteco

01/12/2016

Tem gente que diz que o “verdadeiro amor se fisga pela boca”, isto é, dê-lhe de comer bem que a sua paixão será eterna. Verdade ou mito, fato é que saber cozinhar alguma especialidade é sempre uma carta na manga quando se trata do famoso jogo de sedução. Mas a receita de hoje também entende o seu outro lado: o lado solteiro, espírito livre, que quer aproveitar a vida como ela é agora. Compromisso, comidas complicadas? Só amanhã. (mais…)

Leia Mais

371

Vira-Vira dos Salgados

Beerfood, Comida de Boteco

10/10/2016

Muito se sabe que a culinária brasileira é rica em salgadinhos. Uma afirmação ousada, mas quase certeira: somos campeões nos quesitos quitutes e tira gostos. Para todas as ocasiões e situações há sempre uma opção a sua espera – coxinha na hora pressa, bolinho de queijo na hora do bar, miniquibe nas festinhas de criança, pastel na hora do almoço…

(mais…)

Leia Mais

451

Passando Cerveja no Pão

Beerfood, Comida de Boteco

06/09/2016

“Bebo-o porque líquido, se fosse sólido comê-lo-ia”, disse uma vez Jânio Quadros, o então vigésimo segundo presidente do Brasil, consagrando mais um lugar na História com suas célebres frases. Mal saberia ele que, anos após este pronunciamento, esta premissa poderia se tornar uma realidade. (mais…)

Leia Mais